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Bolsa de valores para iniciantes: comece a investir ainda hoje! Bolsa de valores para iniciantes: comece a investir ainda hoje!

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Bolsa de valores para iniciantes: comece a investir ainda hoje!

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Nos últimos anos, temos visto uma queda substancial da taxa básica de juros (SELIC), o que obrigou muitos investidores a partirem para a renda variável. Com isso, surge a questão: será que tem lugar na bolsa de valores para iniciantes?

Em outras palavras, quem nunca investiu em renda variável pode se dar bem no mercado de ações? Spoiler: tem, sim, lugar para iniciantes na bolsa de valores.

Continue a leitura que vamos mostrar os conceitos fundamentais da bolsa, os principais erros para você não cometer e, de quebra, dar uma dica super especial para que você possa começar ainda hoje!

Diferenças da renda fixa e da renda variável

Por muitos anos a renda fixa foi o lugar preferido dos investidores. Com uma taxa básica de juros que chegou a atingir a casa dos 14,25% ao ano, certamente não fazia sentido para muitos investidores pensarem em outras formas de investimentos.

Afinal de contas, se você pode emprestar o seu dinheiro para alguém que irá pagar mais de 10% ao ano e o risco de você tomar um calote é praticamente zero (afinal, o governo nem de longe apontava para algo assim), por que assumir riscos comprando ações ou fazendo outro investimento que apresenta volatilidade?

Mas essa época do paraíso do rentista acabou. A taxa SELIC começou sua queda em janeiro de 2017, como mostra o gráfico abaixo.

Bolsa de valores para iniciantes - evolução da SELIC
Taxa SELIC teve queda vertiginosa entre 2016 e 2020

Nos últimos anos, a queda da SELIC foi vertiginosa, até chegar a patamares que jamais havíamos imaginado, como os 2,25% ao ano de hoje (agosto/20).

Se você colocar no papel a inflação, cuja meta do Banco Central e ficar na faixa entre 2,5% e 5,5% em 2020, temos uma taxa básica de juros que gera rentabilidade abaixo da inflação.

Isso significa que em boa parte dos produtos de renda fixa — que pagam em torno de 100% do CDI —, o juro real é negativo. Mesmo investindo, o resultado é uma perda no seu poder de compra, já que o crescimento de preços é maior que a sua rentabilidade.

Com essa rentabilidade anual, o crescimento real de capital deixou de existir em muitos dos produtos de renda fixa. Dependendo do tipo de investimento, descontadas as taxas, a rentabilidade no ano fica abaixo da inflação.

É por motivos como esse, a bolsa de valores tem batido recordes todos os meses em relação ao número de investidores pessoas físicas. 

Número de iniciantes na bolsa de valores teve alta de 58% em 2020
Somente entre dezembro/19 e junho/20, número de investidores na bolsa cresceu 58%

Isso não significa que os juros baixos decretaram o fim da renda fixa. Alguns produtos ainda podem exercer funções importantes no seu portfólio de investimentos, como o da reserva de emergência.

No entanto, a renda fixa não serve mais para quem quer poupar e fazer o dinheiro render pensando no futuro financeiro. 

Se você deseja fazer o seu capital crescer e construir patrimônio, é mesmo necessário migrar parte dos seus investimentos para a renda variável.

E a principal diferença entre esses dois produtos já estão claros em seus nomes. Na renda fixa, você já sabe o quanto vai ganhar com um investimento em determinado período, seja a partir de uma taxa pré-fixada, seja em uma taxa pós-fixada.

Você já sabe a regra do jogo.

Ee você está se interessando agora por investimentos, vamos fazer uma breve explicação, utilizando uma das aplicações do Tesouro Direto, um dos produtos financeiros mais utilizados na renda fixa.

Na taxa pré-fixada, você investe hoje já sabendo o quanto vai retirar no futuro, ao final do investimento. Exemplo: um investimento em Tesouro Prefixado 2023 com a rentabilidade de 3,77% a.a. Nesse caso, você investe hoje já sabendo o quanto vai retirar em 2023, ao final do período.

Tesouro direto é um dos principais produtos utilizados na renda fixa

Se for um investimento pós-fixado, você terá o seu resultado com base em um indicador. Existem modalidades diferentes, mas com funcionamento parecido.

Por exemplo, se você comprar um título que utilizar o IPCA, índice relacionado à inflação, receberá como retorno no fim do período o IPCA + um percentual pré-definido no momento do investimento.

Um exemplo é o título do Tesouro IPCA+2026, que paga o IPCA + 2,1% de rentabilidade. Ou seja, ao final do investimento, em 2026, o investidor tem a garantia de que receberá a inflação do período (IPCA) acrescida de 2,1% ao ano de rentabilidade.

Já na renda variável nada disso é pré-definido. Você investe hoje e não sabe quando ou quanto vai ganhar em certo período. 

Se você fizer tudo certinho, tiver uma boa estratégia, a tendência é que tenha rentabilidades positivas. Mas não sabe quanto ou mesmo quando isso vai acontecer.

Pode haver meses de rentabilidades negativas (às vezes, sucessivamente). E sem estratégia ou controle emocional, isso prejudica os seus investimentos. 

Para deixar mais claro, vamos dar um exemplo de aplicação de renda fixa: uma aplicação de poupança.

Note que o crescimento do capital é constante. Em momento algum há oscilações. Em contrapartida, esse crescimento é a conta-gotas, com uma rentabilidade de 0,5% ao mês, o que resulta em R$ 616 de lucro no final dos 12 meses de investimento.

Agora, vamos mostrar o exemplo de uma aplicação em um fundo de ações no mesmo período. Colocamos aqui a rentabilidade obtida por um dos maiores fundos do País, com mais de R$ 2 bilhões em aplicações:

Fundo de ações é um dos investimentos preferidos em bolsa de valores para iniciantes e traz rentabilidades bem maiores que a renda fixa

Veja que, nesse gráfico, a rentabilidade positiva não é constante. Existem meses em que, em vez de crescer, o capital diminui. No entanto, ao final do período, o resultado é um lucro de R$ 3.113 — 6 vezes mais que o resultado da poupança.

É um resultado bem mais expressivo. E isso sem contar que o fundo de ações não é a maneira mais lucrativa de investir na bolsa, como mostramos no artigo Ações Vs. Fundos.

Você pode comparar a rentabilidade mensal da poupança e desse fundo de investimentos na tabela abaixo:

Bolsa de valores para iniciantes: comparação de um fundo de ações com a poupança

Olhando esses números fica muito claro que é preciso se expor ao risco da renda variável para ter uma boa rentabilidade em médio e longo prazo — e no final do texto daremos uma dica de como minimizar esse risco.

Mercado de ações para iniciantes — como funciona?

Existem diferentes produtos financeiros de renda variável. Na bolsa de valores, alguns exemplos são o mercado à vista (ações), mercado futuro (contratos), derivativos, entre outros.

O jeito mais fácil de começar na bolsa é no mercado à vista. Também é o mais simples de entender. É o famoso mercado de ações.

Quando uma empresa precisa de crédito para alguma coisa (aliviar o caixa, fazer investimentos etc.), ela tem algumas opções.

Ela pode se autofinanciar (no caso de investimentos), pode procurar financiamentos bancários, pode procurar investidores privados ou pode vender “parte” dela para quem queira comprar, ou seja, pode vender parte de suas ações.

Se optar por esse último modelo, o de vender parte de suas ações, o gestor pode escolher a bolsa de valores para intermediar esse negociação, abrindo o capital da empresa.

Nesse caso, a empresa define uma “fatia” que será lançada no mercado. Então, cada ação corresponde a uma pequena fatia da empresa.

Um exemplo: em agosto de 2020, a farmacêutica d1000 fez sua oferta de ações na bolsa vendendo mais de 27 milhões de ações. O preço inicial das vendas foi de R$ 17 por ação. Portanto, cada R$ 17 foi o correspondente a uma dessas 27 milhões de ações negociadas.

Pelo lado da empresa, a captação foi de cerca de R$ 460 milhões, que é a multiplicação dos R$ 17 pelo número de ações negociadas.

Essa primeira oferta de ações é conhecido no mercado como IPO (Initial Public Offering). Depois disso, as ações da empresa passam a ser negociadas dentro da bolsa, passando das mãos de um investidor para outro investidor. 

Se o investidor que possui ações da empresa entende, por qualquer que seja o motivo, que é melhor vender do que manter aquele investimento, então ele vai vender as ações.

Para quem? Para outro investidor, que pensa diferente. Que pode achar que aquela empresa está indo muito bem e que, no futuro, vai valer muito e por isso suas ações tendem a se valorizar. Então, esse investidor quer comprar ações da empresa.

Pronto. Negócio fechado.

Se no futuro o preço da ação da empresa subir, quem comprou fica muito feliz e aquele vendedor se arrepende de ter vendido.

Se, no entanto, o preço da ação cair, aí quem comprou lamenta a perda e o vendedor se vangloria para seus amigos se achando o máximo por ter vendido antes da queda.

Isso acontece o tempo todo. Todos os dias na bolsa.

Como ganhar dinheiro com as ações?

Basicamente, existem duas maneiras de ganhar dinheiro com as ações:

1) Distribuição de lucro da empresa

Quando a empresa tem lucro, ela distribui parte disso com quem tem ações dela. São os chamados dividendos.

Em geral, as empresas pagam um mínimo de 25% do seu lucro líquido aos acionistas. 

Esses dividendos são pagos por ação, então, quanto mais ações você tem da empresa, maior será sua parte nesse lucro.

A ação de Itaú Unibanco (ITUB4), por exemplo, costuma pagar dividendos mensalmente, de acordo com o lucro apresentado. Em fevereiro de 2020, esse valor foi de R$ 0,48 por ação. Em agosto, foi de R$ 0,01 por ação. 

O valor de dividendo depende do balanço da empresa. Quanto mais lucrativo o período, maior o valor pago.

2) Movimento direcional de preço

Outra forma de ganhar dinheiro no mercado de ações é na compra e venda dos ativos.

Se você acredita que uma ação vai se valorizar, você pode comprá-la agora para vendê-la no futuro a um valor mais alto, lucrando com essa diferença.

Por exemplo: se você compra uma ação por R$ 10 e vende no mês seguinte por R$ 12, você terá 20% de lucro nessa operação.

É a mesma lógica de comprar um terreno que você acha que vai valorizar. Mas com uma vantagem brutal: você consegue vender e se desfazer do negócio a qualquer momento, diferente do terreno.

Vale lembrar que as duas opções não são excludentes. Você pode ganhar dinheiro na bolsa de valores com a valorização das ações e, ainda assim, receber dividendos enquanto estiver com elas.

Como comprar e vender as ações

Como destacamos anteriormente, é muito mais fácil se desfazer das ações que você comprou do que de um terreno que se mostrou ser um péssimo negócio.

E por quê? Porque, para facilitar as coisas, todo mundo que quer comprar e vender ações se encontram no mesmo lugar, na Bolsa de Valores.

Claro que você não precisa ir fisicamente até a bolsa. Você nem tem que abrir uma conta ou coisa do tipo na bolsa. Tudo se dá por intermédio das Corretoras de Valores.

Funciona assim: para comprar e vender ações, você precisa ter uma conta em uma Corretoras de Valores, que funciona como se fosse um banco para o qual você manda seu dinheiro para poder comprar as ações.

As corretoras possuem um sistema chamado de Home Broker, que nada mais é que uma tela onde você encontra todas as ações e seus preços. 

É uma plataforma onde você pode comprar ou vender as ações. Isso mesmo, você mesmo compra e vende tal como paga um boleto ou faz uma TED em seu banco.

Abaixo você encontra uma lista com as 5 corretoras mais bem avaliadas no Reclame Aqui:

Bolsa de valores para iniciantes: melhores corretoras para começar a investir

Vamos exemplificar. Imagine que eu queira começar a investir em ações. Decido, então, abrir conta na XP Investimentos, maior corretora do país. 

Vamos supor que eu queira comprar ações da Petrobras. 

Então, eu entro na plataforma da corretora, conhecida como HomeBroker, e informo a ação que quero comprar, quantas ações quero comprar e quanto estou disposto a pagar por essa ação, como na imagem abaixo:

Exemplo de boleta de corretora para iniciantes na bolsa de valores
Exemplo de boleta preenchida em HomeBroker da XP Investimentos

Simples assim!

Caso você encontre uma contraparte, ou seja, alguém querendo vender em um preço que satisfaça a sua ordem, a operação é realizada.

Um ponto importante em relação ao preenchimento das ordens está nos dois tipos de lotes em que você compra as ações: o padrão e o fracionário.

No lote padrão, só é possível fazer a compra ou a venda das ações em números múltiplos de 100 (100, 500, 3000 ações etc.). 

Entretanto, existe também o lote fracionário, em que você pode fazer compra ou a venda de 1 a 99 ações. Para utilizar o mercado fracionário, basta acrescentar a letra F ao final do ativo.

Isso permite que mesmo pequenos investidores possam fazer parte do mercado de ações.

Por exemplo: se você fosse comprar 122 ações de Petrobras (PETR4), enviaria duas ordens:

– Lote padrão: 100 ações de PETR4

– Lote fracionário: 22 ações de PETR4F

Falamos mais sobre o lote padrão e o lote fracionário neste vídeo:

Como analisar os resultados?

Se a sua carteira de ações ficou positiva durante o ano, quer dizer que você teve um bom resultado na bolsa de valores, certo?

A resposta seria: em partes. Primeiro, porque um resultado positivo é sempre um resultado positivo e, por isso, deve ser comemorado.

No entanto, é preciso avaliar os seus resultados a partir de algum parâmetro. Na bolsa de valores, o principal indicador utilizado para comparação é o Índice Bovespa (IBOV).

O IBOV é uma carteira teórica, um conjunto com as principais ações da bolsa (com diferentes pesos entre elas) que dão a noção de como foi o desempenho médio dos ativos no período.

Então, ter resultados positivos, porém abaixo do IBOV, não compensam o trabalho que você tem de ficar comprando e vendendo as ações.

Você pode ter resultados muito próximos do IBOV simplesmente comprando ativos que “imitam” a carteira do índice, como o BOVA11.

Então, para ter resultados iguais ao IBOV, basta comprar cotas do BOVA11, em vez de fazer diferentes operações. Se o IBOV sobe, o BOVA11 sobe; se o IBOV cai, o BOVA11 cai.

Mas como vimos no artigo sobre quantas ações ter na carteira, o IBOV nada mais é do que uma média do mercado.

Você tem ali ações subindo e ações caindo, ficando com essa média. É como uma sala de aula em que você tem alunos tirando 10 e alunos tirando 0, ficando com a média de 5.

Mas você pode ir além dessa média.

E é isso o que uma boa carteira de ações busca: desempenhar acima dos resultados do IBOV, como você pode ver no exemplo abaixo.

Exemplo de resultados da Big Rocks mostra que seguir uma carteira recomendada é excelente opção para investidores iniciantes na bolsa de valores
Exemplo dos resultados da carteira de ações Big Rocks, que termina o período de 10 semestres com um resultado quase 6 vezes superior ao do IBOV no mesmo período

Bolsa de valores para iniciantes — por que muitos têm medo? 

É muito comum que o investidor iniciante — e que não se prepara adequadamente — perca dinheiro na bolsa de valores. Mesmo quem eventualmente acerta as primeiras investidas, se não estiver devidamente preparado, acaba amargando prejuízos ao longo do tempo.

É por isso que a leitura de posts como esse ajudam muito, pois boa parte dos iniciantes na bolsa de valores cometem os mesmos erros (vamos falar um pouco mais sobre eles logo abaixo).

O grande problema desses investidores não está em acreditar que é possível ganhar dinheiro com a bolsa — é óbvio que o dinheiro está lá e qualquer um pode pegar a sua parte.

O problema está no fato de que muitos acreditam que basta a leitura do livro de algum guru de aeroporto e eles já estão “prontos para bater o mercado”. 

E essa é a jornada da maioria das pessoas que começa na bolsa.

Algo os leva para o mercado de ações, sejam os rendimentos baixos da renda fixa, seja a leitura de um best seller como Pai Rico, Pai Pobre.

A questão é que a principal ameaça na bolsa não é o mercado em si, e sim o que está bem à sua frente no espelho. Sim, você.

O emocional é o principal fator de causa dos prejuízos na bolsa de valore (e podemos dizer isso com propriedade depois de tantos anos de experiência própria).

Vamos mostrar o que queremos dizer.

Muitas vezes, o investidor iniciante não quer vender uma ação que está caindo para não admitir o prejuízo. Por outro lado, quando uma ação se valoriza, ele vende rapidamente para garantir os lucros.

Isso faz dele um investidor arrojado nas perdas e conservador nos lucros. Ele sai rápido de boas operações e permanece muito tempo em operações ruins.

E é isso o que normalmente acontece quando se opera na emoção e sem um método. Por isso, uma boa dica para quem está começando é não investir sozinho. 

Seguir uma carteira recomendada, por exemplo, é uma solução interessante para entender o mercado enquanto começa a operar. Isso traz um pouco mais de confiança ao investidor.

Por exemplo: a carteira de ações Big Rocks, que mostramos os resultados no gráfico em comparação com o IBOV, tem regras validadas de entrada e saída em operações e ainda indica ao investidor o quanto comprar de cada ação recomendada.

Desse modo, o investidor só precisa seguir as recomendações (o que comprar, quando comprar e quantas ações comprar) para estar apoiado em uma estratégia completa e ter resultados como os do gráfico.

Mas agora que você tem uma dica sobre o que fazer, vamos falar sobre o que não fazer!

Os principais erros cometidos por iniciantes na bolsa de valores

Agora que você já sabe os fundamentos básicos e o que deve fazer para ter melhor desempenho na bolsa de valores, é importante mostrar uma lista do que não fazer!

Isso porque é provável que você se depare com diversos conteúdos destacando algumas coisas que não necessariamente farão tanta diferença nos seus investimentos. Confira:

1) Olhar apenas o índice de acerto

É comum encontrar por aí pessoas prometendo recomendações espetaculares com taxas de acerto de 80%, 90%.

Taxa de acerto é uma métrica de vaidade. Isoladamente, ela não diz nada.

Como comentamos acima, o controle de risco talvez seja a parte mais fundamental dos investimentos. Sem controle de risco você pode acertar quase tudo e, ainda assim, ter prejuízo.

Por exemplo: você pode ter uma taxa de acerto de 90% em que a rentabilidade média dos acertos seja de 1%. No entanto, se quando você erra a queda for de -10%, seus resultados serão negativos.

E isso acontece muito no mercado! Para garantir essa métrica, as recomendações colocam preços-alvo muito próximos da entrada. 

Assim, você faz várias operações ganhando pouco, mas perde bastante quando a operação vai contra você.

Então, é importante estar atento e não “ficar cego” quando vê uma alta taxa de acerto. Ela sempre deve estar acompanhada de uma boa estratégia para controle de risco e uma validação estatística positiva em longo prazo.

2) Entrar na bolsa com mentalidade de apostador

Na bolsa, você vai se deparar com muitas promessas de como ficar milionário em pouco tempo. 

Pode encontrar, também, a amostra de rentabilidades absurdas em certas operações. Mas ninguém mostra as operações que deram errado.

O que está por trás disso é incutir na cabeça do investidor a mentalidade do apostador, tentando convencê-lo de que com pouco dinheiro você consegue fazer fortuna.

Isso não é impossível, mas é extremamente improvável.

Bolsa de valores não é mega sena. Se você investir um dinheirinho, vai rentabilizar um dinheirinho.

O foco, então, deve ser em controlar o risco, entender as oscilações do mercado e buscar a construção de patrimônio em longo prazo.

A sua rentabilidade cresce conforme o reinvestimento de lucros e/ou novos aportes. Mas é extremamente improvável que você saia do R$ 1000 ao R$ 1 milhão em um ano.

Se a mentalidade for do apostador, você estará muito mais próximo de perder os R$ 1000 do que sequer chegar aos R$ 2000, que dirá ao milhão.

3) Acreditar que a bolsa paga salário

O mercado oscila. Isso é fato. Então, haverá meses com resultados positivos e outros com resultados negativos.

Isso implica em entender que a bolsa não paga salário. Não dá para garantir que todos os meses você terá ali um dinheirinho para retirar e pagar as contas.

É possível viver só de bolsa? Sim, é possível. 

Mas você deve estar ciente dessas oscilações e ter um colchão financeiro para suprir os momentos de queda, que podem ser sucessivos.

Imagine que você comece a investir, tenha uma sequência de 7 meses com uma boa rentabilidade e acredite que não compensa mais trabalhar.

Você deixa o emprego e, de repente, enfrenta 4 meses de resultados negativos. Isso pode acontecer, e é preciso estar preparado.

É por isso, também, que mesmo que você não queira “viver de bolsa”, o dinheiro investido ali seja o que você não precisará em curto prazo.

Dessa forma, você terá muito mais tranquilidade para lidar com os momentos de instabilidade, já que o seu foco está em um horizonte maior.

4) Negligenciar o controle de risco

Existem critérios básicos e importantes para diminuir o risco ao qual você está exposto na bolsa de valores.

A diversificação é um deles. Não colocar todas as suas fichas em uma só ação é fundamental.

Outro ponto é controlar as perdas. Definir limites de saídas é essencial para que você não caia no que chamamos de “buraco exponencial”, quando os ganhos necessários para recuperar as perdas ficam muito distantes.

Quer um exemplo: se você investe R$ 10 mil e tem uma rentabilidade de -10% no mês, vai te sobrar R$ 9 mil na conta. 

Isso significa que nos meses seguintes você vai precisar de uma rentabilidade de 11,1% para recuperar o prejuízo — um percentual bem próximo ao da perda que teve anteriormente.

No entanto, se em vez de -10% você perde -50%, o que te sobraria na conta seria R$ 5 mil. Nesse caso, nos meses seguintes você precisaria de 100% de rentabilidade apenas para recuperar o investimento inicial.

Quanto maior a perda, maior o percentual necessário para recuperar os seus investimentos. 

Nós abordamos em mais detalhes a questão do buraco exponencial e sobre como você pode minimizar os riscos em nosso artigo sobre controle de risco na bolsa de valores.

5) Não ter uma estratégia

Sem uma estratégia, o investidor acaba sempre em uma tentativa de prever o futuro. Ele lê uma notícia, segue a dica de um guru, compra uma ação que caiu por achar que já desvalorizou tudo o que tinha para se desvalorizar…

Mas a verdade é que é extremamente complexo prever como o mercado vai reagir a cada uma dessas coisas. Tentar prever o futuro talvez seja a primeira forma de perder dinheiro na bolsa.

A ação que caiu pode cair ainda mais; a notícia negativa de um segmento pode influenciar positivamente outro, o guru pode não ser tão bom assim ou ter segundas intenções na sua recomendação.

É por isso que reforçamos: adotar uma boa estratégia é um princípio básico para você conseguir bons resultados.

Mais do que isso: é preciso seguir à risca o que foi planejado! De nada adianta desenhar o mapa se você vai adotar outro caminho no trajeto.

Ter as regras do que comprar/vender, quando comprar/vender e quanto comprar/vender é o que vai permitir que você não tenha abalos emocionais no meio do caminho.

Você passa a ser reativo ao mercado. Dependendo do seu movimento, você reage a ele conforme o planejado.

Pense em investir como cuidar de uma lavoura de café. 

Se você ara a terra, planta as sementes, aduba, irriga, protege das pragas etc., o esperado é que você tenha um bom café para colher no futuro, ainda que passe por obstáculos no meio do caminho.

Da mesma forma, se você cria um (bom) plano e segue esse plano nos seus investimentos, o esperado é ter bons resultados no futuro.

Bônus: uma estratégia completa para iniciantes na bolsa de valores

Chega de ouvir que bolsa de valores não é para iniciantes! Você pode, sim, ter bons resultados seguindo uma estratégia completa, como a da Big Rocks, que apresentamos acima.

A Big Rocks é uma carteira de ações BLUE CHIPS. Ela analisa as 100 maiores e mais negociadas ações da bolsa de valores brasileira para indicar, todos os meses, quais as 5 ações com maior potencial de alta no período.

Para isso, são utilizados algoritmos que fazem cálculos complexos de cada uma das ações. Isso permite recomendações de investimento 100% racionais. A Rocktrade é a única casa de análise do Brasil a utilizar a tecnologia para essa recomendações.

E seguir essa estratégia é muito fácil! Você insere o capital que tem para investir e ela vai mostrar quantas ações comprar de cada um dos ativos indicados.

Dessa forma, você terá a estratégia completa todos os meses, recomendando:

  • Quais ações comprar ou vender
  • Quando comprar ou vender essas ações
  • Quantas ações comprar de cada um dos ativos indicados

Uma das missões da Rocktrade é democratizar o acesso das pessoas à bolsa de valores. E é por isso que, neste mês, estamos com um convite especial!

CONVITE ESPECIAL DE

Assinando a Big Rocks neste mês você contará com condições exclusivas!

  1. Oferta vitalícia com R$ 300 off
  2. Planilha de acompanhamento das operações
  3. Acesso exclusivo ao nosso Canal no Telegram
  4. Contato direto com um gerente de relacionamento para tirar todas as suas dúvidas

Mas você precisa agir rápido! São apenas 100 assinaturas nessas condições, e isso pode se encerrar a qualquer momento.

Assim que o 100º investidor fizer a assinatura, vamos retirar essa oferta do ar.

Para ter mais informações sobre a oferta, você só precisa deixar seus contatos no formulário abaixo:

Não perca tempo! E se tiver alguma dúvida, é só deixar um comentário no post!

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