Quantas ações ter na carteira? Descubra a quantidade ideal!

Existe um número ideal de quantas ações ter na carteira? Ou seja, existe um número que indica que certo número de ações dará maior rentabilidade a uma carteira?

Essa é uma dúvida que muitos investidores passam a ter quando começam a montagem de sua primeira carteira de ações.

De bate-pronto, o que podemos afirmar é que a definição de quantas ações ter na carteira está diretamente ligada ao que você espera não somente em relação à rentabilidade, mas também quanto ao risco.

E como você verá mais à frente, essas coisas estão bastante relacionadas. Ter mais ações, em geral, diminui o risco da sua carteira, pois dilui o seu investimento em diferentes ações e não te deixa dependente de um único ativo.

Por outro lado, ter muitas ações costuma diminuir a rentabilidade da sua carteira, pois também dilui os rendimentos positivos e deixa o seu investimento próximo da média do mercado, quando ele poderia ter resultado melhores que isso.

Então, qual seria o número ideal? Qual seria o melhor ponto de equilíbrio entre risco e retorno?

Continue no texto que logo vamos mostrar o que nossos testes em uma longa base de dados indicam sobre quantas ações ter na carteira.

Para isso, vamos começar abordando o conceito que define uma carteira de ações.

O que é uma carteira de ações?

Uma carteira de ações nada mais é do que um conjunto de ações que você compra seguindo uma filosofia em comum.

Ou seja, são ações que você agrupa por atender algum requisito da sua análise ou por ter alguma característica em comum.

Exemplos de características em comum que você poderia usar são:

  • a capitalização da empresa (Ex: Small Caps, Mid Caps ou Blue Chips)
  • o setor que a empresa pertence (Ex: Bancos, Siderúrgicas, Varejo etc.)
  • o tipo de ativo (Ex: Ações, Fundos imobiliários, ETFs)
  • um dado fundamentalista (Ex: Lucro/Valor da Ação)
  • um critério da análise técnica que as ações estejam atendendo (Ex: Ações em tendência de alta)

Enfim, quando você decide montar uma carteira de ações, em geral, você pensa no agrupamento das ações em diferentes conjuntos, de acordo com características em comum.

Vamos dar um exemplo mostrando a carteira de ações Big Rocks do mês de maio.

O que é uma carteira de ações?

No exemplo, temos um investidor que alocou R$ 30 mil nessa carteira de ações. Note que todos os ativos têm características em comum:

  1. São todas ações BLUE CHIPS, portanto, é uma carteira que foca nos papéis mais negociados da bolsa de valores;
  2. Têm um viés temporal em comum, já que são montadas com o objetivo de ficar ao menos um mês com o investidor e têm acompanhamento semanal de sua performance;
  3. Os critérios de entrada dessas ações são baseados em uma metodologia quantitativa, utilizando algoritmos para encontrar as ações em tendência de alta.

Dividindo o seu capital igualmente entre as ações (R$ 6 mil em cada ação), esse investidor já tem um norte de quantas ações ter na carteira, como distribuir o seu capital e consegue trabalhar seus investimentos em uma carteira coesa.

A questão importante aqui é: independente do critério que você use, será que isso te ajuda a ganhar dinheiro? Pois esse é o objetivo final, e não podemos nos esquecer disso. O pulo do gato está nessa pergunta, como você pode ver neste outro post para entender melhor:

Saiba quantas ações ter na carteira e monte sua própria carteira de ações

Quantas ações ter na carteira: muitas ou poucas?

Agora que você já sabe que uma carteira de ações nada mais é do que um conjunto de ações que fazem parte de uma mesma estratégia, qual seria um bom número de quantas ações ter na carteira?

É melhor ter muitas ações ou poucas ações?

Para deixar isso um pouco mais didático, antes de falar diretamente sobre as ações, vamos fazer um exercício tomando como exemplo uma sala de aula com 10 alunos. E vamos imaginar que essa seja uma sala bastante heterogênea, com cada aluno tirando uma nota diferente na prova:

Quando você tem muitas ações na carteira, o seu resultado se torna a média do mercado

Perceba que, nessa hipotética sala de aula, a média de nota fica em 5,5, ainda que você tenha alunos desempenhando muito bem. E algo parecido acontece quando você tem muitas ações em sua carteira.

Se você dilui demais os seus investimentos entre dezenas de ações diferentes, a tendência é que o seu resultado seja a média do mercado. No caso da bolsa de valores, essa média seria um resultado próximo ao do Índice Bovespa (IBOV), principal benchmark do mercado de ações.

Por exemplo: se você divide igualmente o seu capital em uma carteira com 80 ações e uma delas se valoriza 100%, o impacto desse ativo no resultado final da sua rentabilidade como um todo seria de apenas 1,25%.

E com uma quantidade grande assim de ações, é muito provável que você tenha outras dezenas de ações perdendo valor e deixando sempre sua carteira com um resultado médio.

Se essa é a sua busca, ganhar a média da bolsa de valores, não é vantajoso ficar fazendo tantas operações.

Seria melhor investir em uma ETF como o BOVA11, que replica o comportamento do IBOV. Se o IBOV sobe, o BOVA11 sobe; se o IBOV cai, o BOVA11 cai. Essa ETF é, basicamente, um fundo negociado em bolsa. Desse modo, você não precisa comprar ação por ação.

Por outro lado, não é muito oportuno concentrar todo o seu investimento em somente uma ação, por exemplo.

Ainda que você conseguisse escolher as melhores ações no momento da sua compra, ou seja, as que mais tinham potencial de valorização, é impossível prever o futuro.

Então, pode acontecer de você passar muito tempo analisando as ações até chegar a uma conclusão que realmente parece a mais certeira…

E ser impactado por uma notícia na semana seguinte que afete justamente a ação que você escolheu e tenha um impacto enorme no seu investimento.

Vamos colocar aqui um exemplo para ilustrar essa situação.

Quantas ações ter na carteira para uma boa diversificação?

Imagine que você tenha feito diversos estudos, analisado as empresas e o contexto da economia para, enfim, decidir investir na Cielo (CIEL3) por acreditar que a empresa seguiria com a alta que vinha apresentando.

O que acontece, no entanto, é que logo após comprar as ações, o que se segue é uma desvalorização como essa, que impacta em mais de 50% o seu investimento. Se todo o seu dinheiro estivesse apenas nessa ação, seria uma perda considerável.

Fazendo as contas, se o investidor tivesse alocado R$ 10 mil nessa ação, teria sobrado apenas R$ 4800. Nesse caso, agora seria necessário mais do que dobrar o valor que restou para simplesmente recuperar o investimento inicial.

Por outro lado, é comum encontrar ações que estão se valorizando enquanto outras caem. Nesse mesmo período, veja como foi o comportamento das ações do Itaú Unibanco (ITUB4):

Ou seja, mesmo com uma diversificação mínima do seu investimento, alocando o dinheiro em apenas duas ações, o efeito sentido seria bem menor, já que a valorização de ITUB4 ajudaria a diminuir o efeito da desvalorização de CIEL3.

Vamos fazer as contas novamente? Nesse caso, vamos supor que esse investidor dividiu igualmente o seu investimento, alocando R$ 5 mil em cada ação.

CIEL3 = R$ 5.000 – 52% = R$ 2.400

ITUB4 = R$ 5.000 + 38% = R$ 6.900

Agora, em vez de ter apenas R$ 4.800, o investidor ainda teria R$ 9.300 (soma dos resultados das duas operações). Nesse caso, com menos de 10% de rentabilidade ele já conseguiria recuperar o investimento inicial, pois o risco ficou diluído entre os seus investimentos.

Então, qual é o número ideal de quantas ações devo ter na carteira?

Se comprar dezenas de ações não é tão vantajoso e comprar uma só ação é muito arriscado, qual seria o número ideal de quantas ações ter na carteira? Nesse ponto, entra na equação algo muito legal da metodologia quantitativa que utilizamos na Rocktrade.

Por meio de nossos algoritmos, tudo aqui é baseado em análises totalmente racionais. Nenhuma estratégia é desenvolvida no “achismo”.

Nós criamos uma estratégia, testamos em uma longa base de dados, validamos se aquela estratégia teria sucesso no passado, otimizamos sua programação, testamos novamente… Enfim, tudo é feito com muito cuidado para chegamos ao melhor resultado.

Quando criamos nossas carteiras de ações, fizemos vários testes para analisar o risco e a rentabilidade de diferentes quantidades de ativos na carteira.

Os resultados mostraram que, dentro dos indicadores de entradas e saídas que utilizamos, um bom número para compor uma carteira fica entre 4 e 7 ações.

Vamos mostrar aqui os resultados de duas carteiras com exatamente os mesmos critérios de entrada e de saída. Uma carteira é formada por 5 ações, enquanto a outra tem 10. Também mostramos dois períodos diferentes — 2 anos e 10 anos.

Quantas ações devo ter na carteira? Gráfico comparando resultados de 5 e 10 ações
Quantas ações devo ter na carteira? Gráfico comparando resultados de 5 e 10 ações em diferentes períodos

Para você entender melhor, a medida de risco é analisada pela maior perda histórica. Ou seja, o maior resultado negativo em um certo período.

Note que as barras mostram evoluções diferentes entre a rentabilidade e o risco. Proporcionalmente, o crescimento da rentabilidade na carteira de 5 ações é maior do que o crescimento do risco.

Nesse teste que fizemos, em 8 anos a carteira de 5 ações tem uma rentabilidade 41,82% superior ao da carteira de 10 ações; já o seu risco é apenas 22,22% maior.

Em outras palavras, esse teste indicou que 5 ações na carteira traz uma rentabilidade maior com um risco parecido. Portanto, ela equilibra mais essa relação e apresenta maior benefício quando se compara o risco e o retorno.

É claro que esse é um teste com configurações definidas, com regras de entrada e de saída específicas. Configurações diferentes podem dar resultados diferentes, mas, em geral, esse é um comportamento bastante frequente em diferentes simulações.

Então, se você está começando agora a montar sua carteira de ações e não sabe ao certo quantas ações ter na carteira, um bom norte seria começar com entre 4 e 7 ativos.

Precisa de apoio para montar sua carteira de ações?

Como falamos acima, aqui na Rocktrade nós temos um criterioso trabalho para a criação de estratégias de investimentos.

Nós utilizamos a tecnologia e o poder computacional a favor dos investidores, desenvolvendo estratégias que indicam quais ações comprar, quando comprar e quantas ações comprar ou vender.

São estratégias que recomendam exatamente o que fazer para ter resultados consistentes na bolsa de valores! Inclusive a quantidade ideal de quantas ações ter na carteira.

E se você está começando a montar uma carteira de ações, nós recomendamos que você comece com a melhor carteira de BLUE CHIPS do mercado, a carteira recomendada BIG ROCKS.

Essa é uma estratégia para você ter as maiores ações da bolsa de valores na sua carteira, na busca de ganhar mais que o mercado e sofrer menos com as suas quedas.

Os resultados comprovam a eficiência dos robôs da BIG ROCKS:

  • 23,77% em 2019
  • 40,31% em 2018
  • 540% em 8 anos

Veja o gráfico de rentabilidade da BIG ROCKS desde o início de 2018 e compare com o IBOV, o índice da nossa bolsa.

Resultados mostram porquê a BIG Rocks é a melhor carteira de ação do mercado

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