conecte-se conosco

Carteira de Ações

O que é melhor: investir em ações ou fundos de ações?

Publicados

em

A sucessiva queda da taxa básica de juros tem levado cada vez mais investidores à bolsa de valores. E uma questão que fica a quem vai investir em renda variável é: o que é melhor, investir em ações ou fundos de ações?

Você já deve ter ouvido falar em algum momento sobre um mito do mercado que diz que se você quer investir em bolsa, nada melhor que deixar para gestores profissionais. 

Infelizmente, muitas vezes o investidor iniciante não consegue enxergar que há toda uma indústria montada para ganhar com as taxas de administração e que o resultados positivos não são tão importantes para muitos gestores, desde que seus fundos desempenhem melhor (ou menos pior) que o índice de referência.

Pior que isso: o iniciante acredita que por ser gerido por um gestor profissional, o fundo estaria mais protegido contra as intempéries do mercado.

Neste artigo, procuramos trazer um pouco mais de luz sobre esse assunto de forma objetiva e mostrar o porquê de respeitadas publicações, como a Forbes, divulgarem artigos como este:

Investir em ações ou fundos de ações? Forbes afirma que é melhor investir em ações
5 razões pelas quais você deve possuir ações, em vez de fundos [FONTE: FORBES]

A realidade é que investir em ações ou fundos têm prós e contras.

Investir em fundos de ações tem o benefício de você praticamente não precisar fazer nada, porém, além das altas taxas cobradas, você pode ficar preso na armadilha do tempo para liquidação dos investimentos, o que é um grande risco, como você poderá observar.

Já o investimento direto em ações pode ser um pouquinho mais trabalhoso, no entanto, toda a rentabilidade fica para você.

Essa autonomia se traduz em maior proteção ao seu capital, uma vez que aplicando algumas regras simples você consegue fazer melhor controle de risco do que os fundos (acredite!), tendo mais controle sobre o próprio dinheiro.

Continue a leitura, pois neste post vamos abordar em detalhes as características desses dois tipos de investimentos, buscando auxiliá-lo na decisão de investir em ações ou fundos de ações.

Se quiser complementar esse conteúdo, não deixe de assistir este vídeo: 

Investir em fundos de ações — Vantagens e desvantagens

Quando você investe em um fundo de ações, na prática você está terceirizando o trabalho operacional (escolha das ações, quantidade de ações para comprar, reinvestimentos, vendas das ações etc.) para um gestor profissional.

Essa é uma opção bastante buscada por quem tem pouco tempo ou por quem simplesmente não quer ter o trabalho dessas operações.

A ideia é mesmo deixar toda a responsabilidade desse investimento para outra pessoa, o que é um grande bônus por um lado. Por outro, esse também é um modelo que pode tirar muito da sua autonomia sobre o seu próprio dinheiro.

Isso porque os fundos de ações têm regulamentos complexos e que precisam ser seguidos à risca pelos seus gestores, independentemente do momento da bolsa de valores.

Vamos mostrar aqui o exemplo de 2 famosos fundos de ações com mais de R$ 1 bilhão em patrimônio para exemplificar isso:

Fundos de investimento precisam cumprir uma séria de requisitos em sua operação
FUNDO 01: Lâmina explicando como as aplicações do fundo precisam estar alocadas
Fundos de investimento ou ações? Os fundos de ações precisam alocar boa parte do capital 100% do tempo em ações
FUNDO 02: Lâmina mostra regra parecida de ser obrigado a ficar 100% do tempo com ao menos 67% do capital alocado em ações

No exemplo, tirado do regulamento dos próprios fundos, ambos definem que devem ter SEMPRE um mínimo de 67% do seu patrimônio investido em ações ou em cotas de outros fundos de ações.

Isso significa que mesmo em meio a uma crise sistêmica, como a que ocorreu durante a pandemia do coronavírus (entre fevereiro e março), a regra continua válida: 67% do capital do fundo precisará estar investido na bolsa, ainda que tudo esteja caindo.

Então, eles não poderiam simplesmente vender todas as ações e esperar a bolsa se estabilizar para voltar ao mercado.

Pelo regulamento, eles eram obrigados a ficar posicionados com 67% do capital exposto ao risco o tempo todo.

Em momentos “normais” do mercado, essa restrição não geraria tanto impacto no seu capital.

Mas quando vivemos crises mais agudas, o reflexo na rentabilidade é muito grande, como podemos verificar no desempenho de ambos fundos:

Ações ou fundo de investimento? Em meio a crises, fundos tendem a cair muito por serem obrigados a ficar no mercado
FUNDO 01: Em meio à pandemia do coronavírus, esse fundo viu seu capital reduzido em mais de 50%
Ações ou fundo de investimento? Gráfico mostra queda dos fundos em meio à pandemia
FUNDO 02: Já o segundo fundo teve redução de 45% no capital em meio à crise

No exemplo do primeiro fundo de ações analisado, em pouco mais de um mês, os resultados apresentam mais de 50% de queda. Já no segundo caso, a queda é de 45% no mesmo período.

E você poderia estar pensando agora: “ah, mas no começo da crise eu poderia simplesmente retirar o meu dinheiro dos fundos”.

E é justamente quando você pensa em fazer isso que encontra outro problema da falta de autonomia em relação aos fundos: os períodos de cotização, como você pode ver nas imagens abaixo:

Investir em fundos ou ações? Período de cotização dos fundos podem deixar seu resgate indefinido
FUNDO 01: Período para cotização é de D+30, ou seja, você só terá a confirmação do quanto vai poder resgatar após 30 dias, deixando o seu resgate indefinido
FUNDO 02: Segue o mesmo princípio do Fundo 01, com cotização em D+30 e resgate em D+32

Nos dois fundos analisados, temos a cotização em D+30 e o resgate em D+32

Isso significa que se você pedisse o resgate do seu investimento no meio de fevereiro, quando a crise começava a demonstrar sua força, a cotização do seu resgate só seria realizada 30 dias depois.

Ou seja: não importa a rentabilidade do dia em que você pediu o resgate, e sim a do dia em que houve a cotização. Como vimos nos gráficos anteriores, esse período de 30 dias poderia comprometer mais de 50% do seu capital.

Em outras palavras: em momentos muito turbulentos do mercado, esse resgate é imprevisível.

E não é por “maldade” que os fundos agem dessa maneira. Eles precisam cumprir uma série de regras, como a redistribuição dos seus investimentos conforme a entrada e a saída de capital.

Por isso, precisam de certo tempo para fazer esses ajustes e permanecerem de acordo com o que está nos regulamentos. No entanto, isso pode trazer prejuízos em momentos como esses.

Outro ponto importante de ser analisado são os objetivos dos fundos de ações. Quase sempre, quando você analisar o regulamento deles, encontrará trechos parecidos como este como objetivo:

Investir em ações ou fundos de ações? Objetivo dos fundos é ficar à frente do benchmarking, ainda que isso seja um resultado negativo
Objetivos de fundos de ações são quase sempre o mesmo: obter retornos melhores que o IBOVESPA, ainda que sejam retornos negativos

Note: o objetivo é ganhar mais que o Ibovespa. Isso significa que o objetivo continua o mesmo nos momentos de queda do mercado. 

Como não podem zerar suas posições, perder menos que o índice já é um objetivo satisfatório.

É por isso, também, que os fundos de ações atrelam sua remuneração ao índice.

Se você voltar um pouquinho a tela, verá que na imagem em que destacamos os períodos de resgate, existe a informação de duas taxas: a taxa de administração e a taxa de performance.

A taxa de administração é o valor que você paga por ter alguém cuidando dos seus investimentos. 

Não importa se o fundo está com bom ou mau desempenho, nos casos analisados você precisará pagar 2% do seu capital por ano para deixar o dinheiro nesses fundos.

Já a taxa de performance, de 20%, é referente a quanto o fundo performou acima do Ibov.

Por exemplo: no ano passado, o Ibov fechou o ano com aproximadamente 30% de rentabilidade. 

Se um desses fundos tivesse fechado o ano com 40% de rentabilidade (10% acima do índice), você precisaria pagar 20% sobre essa diferença, ou seja, 2%.

Além disso, existem dois tipos de fundos de ações: os FIA (Fundos de Investimentos em Ações) e os FIC FIA (Fundos de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento em Ações).

Nesse segundo tipo, em vez de fazerem aplicações diretas em ações, esses fundos compram cotas de outros fundos.

Por isso, na prática, as taxas acabam sendo mais altas ainda nos fundos FIC FIA, pois é como se houvesse duas cobranças.

Vamos colocar um exemplo aqui:

Aplicação: R$ 100 mil

Rentabilidade no ano: 40%

Rentabilidade IBOV: 30%

Taxa de administração FIA: 2%

Taxa de performance FIA: 2% (referentes a 20% dos 10% de resultado acima do índice)

Como resultado, você teria brutos ao final do ano R$ 140 mil. Mas desse valor começam as deduções, como veremos a seguir:

R$ 140.000 – 2% (taxa de administração) = R$ 137.200

R$ 137.200 – 2% (taxa de performance) = R$ 134.456

No caso dos fundos do tipo FIA, portanto, o resultado real, após a retirada das taxas, seria de 34,4% de rentabilidade no ano, já mais próximo do índice.

Caso o investimento fosse em um fundo FIC FIA, haveria a reaplicação das taxas de administração e de performance, sendo 2% da taxa de administração (em cima do valor de R$ 134.456 que restou da aplicação no FIA) e outros 0,88% de performance (referente aos 4,4% de resultado superior ao índice).

Portanto, as novas reduções resultam no seguinte:

R$ 134.456 – 2% = R$ 131.766,88

R$ 131.766,88 – 0,88% = R$ 130.607,33

Ou seja: após o desconto de todas as taxas, no caso dos fundos FIC FIA, seu resultado, que era 10% superior ao índice, terminou com uma rentabilidade apenas 0,6% superior a ele.

Taxas de fundos de ações consomem a rentabilidade do investidor
O tamanho da fatia que as taxas dos fundos consomem da rentabilidade do investidor

Investir em ações — Vantagens e desvantagens

Fazer você mesmo o investimento em ações tem praticamente o inverso das vantagens e das desvantagens dos fundos.

A grande desvantagem é que você vai precisar fazer as operações. 

Isso implica escolher as ações, acessar o HomeBroker da sua corretora, enviar as ordens de compra ou de venda, acompanhar a rentabilidade da sua carteira etc.

Por outro lado, a grande vantagem é que você tem total autonomia sobre todos os seus investimentos.

Se a motivação do fundo é bater o benchmark (IBOV), ao montar uma carteira de ações a motivação é a que você definir. A mais óbvia seria simplesmente ganhar dinheiro!

Isso permite que em momentos de queda sistêmica do mercado, você possa simplesmente vender todas as suas ações, ficar zerado no mercado para recomprar a um preço ainda melhor em um futuro breve, por exemplo. 

Você não está preso a nenhuma regra, a não ser a sua vontade, e não precisa esperar um longo período de cotização, o que permite entradas e saídas sempre que desejar.

Nos gráficos que mostramos acima, você poderia decidir vender todas as suas ações em meados de fevereiro, por exemplo, tão logo os primeiros casos de coronavírus surgiram no Brasil, por entender que havia um risco acima do normal, e retornar os investimentos em abril, tentando aproveitar a recuperação das ações. 

Outro ponto é que essa também é uma modalidade que pode ser muito mais econômica

Como vimos, nos fundos de ações você precisa pagar uma taxa de administração (independente do desempenho do fundo) e uma taxa de performance (sobre o resultado acima do Ibov).

Já em um investimento direto com as ações, nada disso entra na conta. Toda a rentabilidade conseguida no período fica para você.

Investir em ações ou fundos de ações — qual a melhor opção?

Não existe uma receita de bolo para essa pergunta. É preciso entender muito bem a sua realidade.

Se você tem 0 de tempo, não deseja ter total autonomia dos seus investimentos, não se importa de trocar parte da rentabilidade para ter alguém fazendo as operações por você e não liga de ter rentabilidade negativa nos anos em que a bolsa está caindo, os fundos de ações são uma oportunidade interessante.

Agora, se você tem um tempo (ainda que mínimo) para fazer as operações e deseja ter controle sobre o seu próprio dinheiro, é provável que o investimento direto em ações esteja mais adequado ao que você procura.

E se você ler o próximo tópico do texto, vai encontrar uma dica bastante interessante!

Investindo como um profissional sem as taxas dos fundos de ações

Seria ótimo se você pudesse investir como um profissional sem ter que pagar essas taxas dos fundos de ações, não é?

Uma forma de ter apoio na hora de decidir quais ações comprar ou vender, quando comprar ou vender essas ações e quantas ações comprar ou vender.

Isso é possível quando você segue uma carteira recomendada

Dessa forma, você tem todas as informações necessárias e precisa apenas entrar na plataforma da sua corretora para fazer as operações.

Um exemplo é a carteira de ações Big Rocks, a melhor carteira BLUE CHIPS disponível no mercado.

A Big Rocks é baseada na análise quantitativa, utilizando robôs que fazem uma varredura diária em todas as ações da bolsa de valores, fazem cálculos complexos e indicam quais as ações com maior potencial de alta no mês.

Com isso, você tem todas as informações necessárias do que fazer. Apenas precisa seguir as recomendações.

O resultado disso é uma performance muito acima da média. Somente no primeiro semestre de 2020, mesmo em meio à pandemia do coronavírus, com a maior queda da história da nossa bolsa, a carteira acumulou 39,61% de rentabilidade!

Muito disso é explicado pela autonomia que você tem quando não precisa cumprir períodos de cotização ou ficar o tempo todo posicionado, como acontece nos fundos de ações.

Além disso, os robôs acompanham diariamente o preço dos ativos que fazem parte da carteira, indicando quando o risco está acima do normal e é necessário trocar as ações ou mesmo ficar um tempo fora do mercado.

Veja no gráfico abaixo como a carteira tem uma distância considerável do IBOV, conseguindo mais de 140% de rentabilidade nos últimos 2 anos e meio!

Gráfico mostra como é vantajoso investir em ações e não ter as taxas dos fundos

E apenas neste mês você pode começar a seguir a carteira de ações Big Rocks com uma oferta imperdível!

CONVITE ESPECIAL DE

Se você está na dúvida sobre investir em ações ou em fundos de ações, nós vamos te ajudar nessa decisão fazendo uma oferta única, que estamos disponibilizando apenas neste mês.

Você poderá assinar a Big Rocks por um ano com mais de R$ 300 OFF, e ainda garantir esse desconto em TODAS as renovações que fizer na vida.

Ou seja: mesmo que no ano que vem a gente dobre o valor da assinatura da Big Rocks, você continuará pagando o mesmo que hoje! PARA SEMPRE!

Se você fizer as contas, vai perceber que as taxas cobradas pelos fundos de ações são suficientes para pagar anos e mais anos da Big Rocks!

Mas são apenas 100 assinaturas disponíveis nessa oferta especial.

Então, deixe o seu cadastro abaixo e receba por e-mail todos os detalhes dessa oferta!

Mas sugerimos agir rápido: assim que o 100º investidor confirmar a assinatura nós vamos tirar a campanha do ar.

Então, se estiver em dúvida, aconselhamos fazer o cadastro rapidamente para receber as informações e tomar sua decisão!

E se tiver alguma dúvida sobre a Big Rocks ou sobre o conteúdo desse post, não se esqueça de deixar o seu comentário.

Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mais Lidos