Como diversificar a carteira de ações e ter melhores resultados na bolsa?

A palavra “diversificação” é uma das mais ouvidas quando o assunto é renda variável. E, na bolsa de valores, saber como diversificar a carteira de ações é fundamental para uma boa experiência — e quando falamos em “experiência”, entenda: diminuição de risco e boa rentabilidade.

Mas o que de fato significa essa tal diversificação? E como você pode utilizar isso a seu favor no mercado de ações?

Continue no post porque falaremos sobre isso em detalhes neste texto!

Por quê diversificar ações?

O objetivo por trás da diversificação é simples: não colocar todos os ovos na mesma cesta.

Se você aloca todo ou grande parte do seu investimento em uma única ação, o risco que você corre aumenta bastante, pois qualquer cenário adverso em relação à empresa que você decidiu investir acaba afetando muito os seus investimentos.

E é por isso que é comum você ouvir por aí sobre a importância de ter mais ações no seu portfólio. Aqui em nosso blog mesmo você encontra um texto que fala sobre quantas ações ter na carteira.

Você pode perceber a importância dessa diversificação fazendo um exercício simples, comparando os resultados de diferentes ações.

Por exemplo: em junho de 2020, o Índice Bovespa (IBOV), principal benchmark da bolsa de valores, fechou o mês com 8,75% de valorização.

Mas essa é uma média de todas as ações que fazem parte desse índice. Assim, a bolsa de valores tem ações que se valorizaram e ações que se desvalorizaram nesse período.

Por exemplo: a ação da petroquímica Brasken (BRKM3) caiu -16,29% no período.

Como diversificar carteira de ações - Exemplo: BRKM3

Por outro lado, o resultado da empresa de comércio eletrônico B2W Digital (BTOW3) foi inversamente proporcional, com 16,84% de valorização.

Como diversificar carteira de ações - Exemplo BTOW3

Fazendo as contas, um investidor que tinha R$ 10 mil e dividiu igualmente o seu capital entre essas duas ações em junho teve o seguinte desempenho:

BRKM3 = R$ 5.000 – 16,29% = R$ 4.185,50

BTOW3 = R$ 5.000 + 16,84% = R$ 5.842,00

Saldo do mês = R$ 10.027,50 (0,275% de rentabilidade)

Ou seja, no período, embora haja perda em uma das ações, a outra operação compensou o resultado, deixando esse investidor praticamente sem ganhar ou perder.

Olhando esse resultado, alguém poderia dizer: “mas então era só ter investido todo o dinheiro em BTOW3 e ficado com o lucro”.

Sim, quando se olha para trás, essa é uma possibilidade que faz todo sentido.

O problema é que é impossível prever o futuro, e por isso também é impossível ter 100% de certeza que determinada ação vai se valorizar em certo período.

E por mais que você tenha o intuito de conseguir todo o lucro de BTOW3 em um mês, você definitivamente não quer correr o risco de ficar com todo o prejuízo de BRKM3.

É para diluir esse risco que os investidores buscam maneiras de diversificar as ações.

A questão é que muitos investidores entendem diversificação exatamente dessa forma: a escolha de mais de uma ação para formar sua carteira.

Embora esse seja o primeiro passo, é possível (e aconselhável) ir além. 

Quem deseja se desenvolver na bolsa de valores também deve saber como diversificar entre carteiras de ações, ou seja, ter diferentes tipos de carteira (diferentes cestas) formando o seu portfólio.

Esse é um passo extremamente importante para a jornada na bolsa, pois permite “organizar” diferentes ações em pequenos conjuntos, com o objetivo de que a soma de vários conjuntos permita maior equilíbrio entre rentabilidade e risco.

E é sobre isso que vamos falar um pouco mais a partir de agora.

Como diversificar a carteira de ações — os diferentes tipos de carteira

Se você já leu nosso artigo sobre como montar uma carteira de ações ou o artigo sobre quantas ações ter na carteira, já deve saber que uma carteira de ações nada mais é do que um conjunto de ações que você compra a partir de características em comum que você atribui a elas.

Para facilitar, neste post vamos utilizar o exemplo das ações a partir da característica de capitalização delas, focando em 3 grupos: as BLUE CHIPS, as MID CAPS e as SMALL CAPS.

Primeiro, vamos falar das características gerais de cada um desses grupos:

BLUE CHIPS

As BLUE CHIPS são as maiores e mais negociadas ações da bolsa de valores. Por terem um alto volume de negociação todos os dias, essas ações costumam ter menor volatilidade.

Isso significa que você verá com menos frequência essas ações tendo grandes valorizações ou sofrendo grandes quedas em um curto período.

Outro ponto importante a saber é que as BLUE CHIPS são, basicamente, as ações que formam o IBOV. 

Desse modo, as carteiras BLUE CHIPS têm muita correlação com o índice. Quanto mais ações BLUE CHIPS você tem em sua carteira, mais perto do resultado do IBOV você estará.

Abaixo você vê o gráfico com a evolução da carteira de ações Big Rocks, a carteira BLUE CHIPS da Rocktrade:

Como diversificar a carteira de ações - exemplo de carteira de ações BLUE CHIPS

Note que é um gráfico relativamente fluido. Ele passa por pouquíssimas e breves oscilações, com uma clara tendência de alta em todo o período, finalizando com uma rentabilidade de quase 80% nos dois anos analisados.

MID CAPS

As MID CAPS são ações “intermediárias” da bolsa. 

Ou seja: elas não são tão capitalizadas nem tão negociadas como as BLUE CHIPS, porém têm um volume de negociação maior do que as SMALL CAPS (que veremos a seguir).

Isso se traduz em uma volatilidade um pouco maior, podendo encontrar ações com boa valorização em curto período — e, obviamente, isso também vale para as quedas.

Nem todas as ações das MID CAPS fazem parte do IBOV, então esse é um ponto interessante de se notar, pois faz com que essas carteiras sejam descorrelacionadas ao índice.

Então, não muito raramente, você pode se deparar com momentos em que a bolsa está subindo e a carteira caindo; ou momentos em que a bolsa está caindo e a carteira subindo; assim como as quedas ou valorizações podem ser muito maiores ou menores do que as da bolsa.

Abaixo você vê o exemplo do gráfico da Rocket5, nossa carteira de ações MID CAPS:

Como diversificar a carteira de ações - exemplo de carteira de ações MID CAPS

Como esperado, o gráfico das MID CAPS apresenta um pouco mais de volatilidade que o das BLUE CHIPS.

As altas e as quedas são mais acentuadas, e a rentabilidade final também é consideravelmente maior. 

Também é interessante comparar o gráfico ao lado do gráfico do IBOV, como vemos a seguir:

Carteira de ações MID CAPS Vs. IBOV

Como as MID CAPS são mais descorrelacionadas do índice, você pode perceber que em diversos períodos, como entre maio e novembro de 2018, as curvas são quase inversas: quando o IBOV sobe, a Rocket5 cai; quando a Rocket5 cai, o IBOV sobe.

Isso é o sinal da descorrelação. No entanto, essa não é uma regra. Como você vê em outros momentos do gráfico, as curvas estarão apontando para a mesma direção.

Outro destaque é que os períodos de alta das MID CAPS apresentam altas mais “agressivas”. Mesmo quando índice e carteira subiam ao mesmo tempo, é comum observar a curva da Rocket5 muito mais ascendente.

SMALL CAPS

As SMALL CAPS são ações com menor volume de negociações e menor capitalização da bolsa de valores. Em geral, são ações mais baratas e que estão fora do radar de boa parte dos investidores.

Um ponto de atenção com ações desse tipo é em relação à liquidez.

Como você já sabe, toda compra de uma ação corresponde a uma venda — e vice-versa. Como as SMALL CAPS são ativos com menor número de negociações no dia, isso se traduz em ações com maior volatilidade, já que você pode não encontrar uma contraparte no valor do último negócio. 

Com menos gente comprando e vendendo, os preços acabam “flutuando” mais. Então, é comum você encontrar SMALL CAPS com desvalorizações importantes durante o mesmo dia, como também encontrar ações com uma explosiva supervalorização.

A Magazine Luiza (MGLU3) é um exemplo de empresa que tinha uma ação que era considerada SMALL CAP e se valorizou tanto que hoje integra o grupo das BLUE CHIPS.

De janeiro de 2017 até junho de 2020, as ações da empresa tiveram mais do que 4.900% de valorização — o suficiente para transformar R$ 10.000 em R$ 500.000 em cerca de 3,5 anos.

Portanto, o que se busca em uma carteira SMALL CAPS é conciliar o maior risco com as possibilidades de supervalorização.

No gráfico abaixo você pode ver o comportamento da Small Rocks, nossa carteira de SMALL CAPS:

Como diversificar a carteira de ações - exemplo de carteira de ações SMALL CAPS

Diferente das carteiras anteriores, no início de 2018, a Small Rocks chegou a passar por um período com resultados negativos.

Ela continua com alguma volatilidade, em um “sobe e desce” até praticamente o meio de 2019, quando efetivamente tem um disparo de rentabilidade.

Esse é um bom exemplo do potencial explosivo das SMALL CAPS. Em um período de pouco mais de 6 meses, a carteira saltou de cerca de 20% de rentabilidade para quase 220%.

Por trás de uma carteira existe uma estratégia

Até agora, vimos que diversificar em mais de uma ação é importante e, por isso, em vez de comprar uma única ação, compramos uma carteira. 

Mas assim como existem diferentes ações, existem diferentes carteiras. Será que a mesma ideia não pode ser utilizada para nos fazer pensar em diversificar entre carteiras diferentes?

Traduzindo: não seria interessante ter algumas ações formando uma carteira de SMALL CAPS e outras ações formando uma carteira de BLUE CHIPS no seu portfólio, por exemplo?

Não seria inteligente que parte do seu dinheiro esteja alocado de forma a você ter uma curva de rentabilidade mais suave, nas ações de empresas maiores, a fim de obter resultados mais previsíveis…

Outra parte alocado em ações mais voláteis, buscando melhor rentabilidade…

E, por fim, um percentual de seu capital destinado a buscar valorizações explosivas?

Estratégias de como diversificar carteira de ações e ter melhores resultados na bolsa de valores
A estratégia é como se fosse um filtro que vai selecionando, entre todas as ações da bolsa, quais entram na sua carteira

Como não dá para prever o futuro — sim, ressaltamos isso com frequência —, é importante estar prevenido em relação aos mais diversos momentos que o mercado pode passar.

É por isso que na metodologia quantitativa falamos tanto sobre a composição de estratégias.

Mas não se assuste: vamos mostrar agora um passo a passo de como isso pode ser feito por meio ao diversificar a carteira de ações fazendo uma composição com diferentes tipos de carteiras.

Composição de carteiras

Como você chegou neste ponto do texto, primeiramente, parabéns! Você já vai estar um passo à frente de 90% dos investidores na bolsa de valores.

Isso porque a maior parte das pessoas pensam que para ganhar dinheiro na bolsa basta escolher “ações boas” e esperar.

Composição de carteiras é algo que nem passa pela cabeça de muita gente. Alguns acham complicado, outros acham que não precisam disso.

Mas já dizia Sun Tzu, em A arte da guerra:

O verdadeiro guerreiro, quando entra na batalha, a guerra já está ganha

Pensar no seu portfólio como um todo, compondo seus investimentos com diferentes tipos de carteiras de ações, é exatamente isso: o planejamento antes da “batalha”. 

Você prepara sua jornada na bolsa de valores para que o ambiente esteja a seu favor, aproveitando as vantagens de cada uma das carteiras e minimizando as suas desvantagens. 

Se essa “guerra” fosse um jogo de futebol, você planejaria sua equipe com as diferentes carteiras em posições específicas, como na imagem abaixo:

Como diversificar carteira de ações - Posições de cada carteira

– As BLUE CHIPS estariam na defesa. São essas ações que vão “defender” o seu portfólio, dando um pouco mais de segurança aos seus investimentos ao diminuir a volatilidade da sua carteira como um todo;

– As MID CAPS jogariam no meio de campo. Em alguns momentos, elas vão ajudar a sua defesa, mas também serão parte importante do seu movimento de ataque;

– AS SMALL CAPS são as atacantes. São elas, em grande parte, as responsáveis por golaços, possibilitando grandes rentabilidades.

Como dividir seu capital e diversificar a carteira de ações?

Até aqui passamos todo o conceito sobre diversificação entre essas diferentes carteiras. Mas quanto alocar do seu capital em cada uma?

A resposta disso está diretamente ligada ao seu perfil de investidor: o quanto de risco você está disposto a aceitar na bolsa de valores.

A resposta para essa pergunta é que vai definir se você vai partir para o campeonato (ainda na analogia do futebol) com um time mais ofensivo ou defensivo.

Se a sua procura é por um investimento mais “defensivo” e com menos sustos, você deve alocar a maior parte do seu capital em carteiras BLUE CHIPS.

Agora, se você deseja um investimento mais ofensivo, com maior exposição ao risco em busca de “goleadas”, deve alocar um percentual maior do seu capital em carteiras SMALL CAPS.

A seguir, vamos conferir 3 sugestões de composição para diversificar a carteira de ações, de acordo com diferentes perfis de investidores:

Diferentes perfis para diversificar carteira de ações

E quais os resultados dessa diversificação entre carteiras?

Legal, entendemos como podemos dividir nosso capital em diferentes carteiras. Mas como podemos testar de forma prática essas diferentes configurações?

Não seria bacana saber como teria sido o resultado de uma composição de carteira conservadora e poder compará-la a uma composição agressiva?

A possibilidade de testar as ideias é um dos fatores chaves da metodologia quantitativa.

Para tentar deixar um pouco mais prático o assunto, vamos ter que recorrer a carteiras reais e fazer backtest, ou seja, ver o resultado que uma carteira teria apresentado nos últimos anos.

Para isso vamos usar nossas carteiras:

– Big Rocks, uma carteira BLUE CHIPS

– Rocket5, uma carteira MID CAPS

– Small Rocks, uma carteira SMALL CAPS

Abaixo você vê o gráfico com a evolução de cada uma desde janeiro de 2018 até dezembro de 2019:

Carteiras Rocktrade

A linha da Small Rocks no gráfico tem uma volatilidade maior. Ela é repleta de curvas e, inclusive, passa boa parte do tempo com um resultado menor que o das outras carteiras.

No entanto, em determinado momento ela tem uma rápida valorização, aproveitando o potencial de explosão das SMALL CAPS e encerra o período à frente das outras.

Nesse período, a Small Rocks teve um MDH (Máximo Drawdown Histórico, medida de risco que indica qual foi o maior percentual de perda em certo período) de 13,09%, o mais alto entre as três carteiras.

Já a linha da Rocket5 no gráfico tem um pouco menos de volatilidade que o da Small Rocks, trabalhando quase sempre com uma curva mais ascendente, com pequenos períodos de oscilações.

Nesses 2 anos, o MDH da Rocket5 foi de 8,87% e a carteira conseguiu mais de 200% de rentabilidade.

Já a Big Rocks, trabalhando com as ações BLUE CHIPS, também se comportou conforme o esperado. Perceba que a linha dela no gráfico tem pouquíssimas oscilações, é praticamente uma reta, comparada às outras.

No período, a carteira teve mais de 70% de rentabilidade e um MDH de somente 4,53% — isso é praticamente apenas 1/3 do MDH da Small Rocks.

Para efeito de comparação, é importante destacar que no mesmo período o IBOV teve 51% de rentabilidade e MDH de 15,51%, mais alto que o risco de todas as carteiras analisadas.

Em resumo:

– A carteira SMALL CAPS apresentou a maior rentabilidade, mas também o maior risco;

– A carteira de MID CAPS apresentou a segunda maior rentabilidade e o segundo maior risco;

– A carteira BLUE CHIPS apresentou a menor rentabilidade, por outro lado teve o menor risco.

Olhando o período completo, você poderia dizer: “o melhor, então, seria ficar só com a de SMALL CAPS, pois ela teve o melhor resultado”.

Mas é importante ressaltar que os investimentos na bolsa de valores não são uma corrida para ver quem chega primeiro. E você nunca sabe quando — ou se — uma estratégia vai performar melhor que a outra.

Se a gente cortasse esse gráfico na metade, a impressão provavelmente seria outra:

Carteiras de ações da Rocktrade - janeiro a dezembro/2018

Analisando apenas 2018, a carteira de SMALL CAPS foi a que teve a menor rentabilidade. Nesse cenário, você poderia analisá-la não como a melhor, e sim como a pior entre as três.

A verdade é que nem a análise de que ela é melhor, nem a análise de que ela é a pior seria a correta. São apenas características diferentes entre as 3, o que se traduz em curvas diferentes.

Como é impossível prever o futuro, o melhor é estar preparado com as estratégias trabalhando em conjunto. Aproveitando seus benefícios ao máximo e diluindo seus riscos ou desvantagens.

Simulamos aquelas 3 composições de investimento — conservadora, moderada e agressiva — para ver como essas estratégias teriam trabalhado em conjunto no período.

O resultado seriam curvas como estas:

Composição de carteiras é a melhor forma de diversificar suas ações

Note que em boa parte do tempo as curvas das composições são mais parecidas, com um pouco mais de volatilidade da linha do investidor arrojado, que ora aparece com mais rentabilidade, ora com menos rentabilidade que as outras, até que efetivamente se desenvolve e termina o período analisado à frente.

Você também pode ter percebido que a rentabilidade máxima das composições foi menor do que as da Rocket5 e da Small Rocks isoladamente.

Isso é resultado de uma “troca” que acontece quando fazemos a composição entre carteiras. Abrimos mão de um pouco de rentabilidade para diminuir o risco.

A configuração arrojada, por exemplo, apresentou MDH de apenas 6,38%, praticamente metade do risco apresentado pela Small Rocks isoladamente.

Por outro lado, a configuração conservadora tem resultado melhor do que a Big Rocks, carteira BLUE CHIPS. Isso porque ela faz a “troca inversa”, aceitando mais risco em busca de aumentar a rentabilidade. Nessa configuração, o MDH foi de 5,41% (contra 4,53% da Big Rocks).

Em resumo:

– A configuração arrojada “trocou” um pouco da sua rentabilidade para ter 50% menos de risco; 

– Já a configuração conservadora “trocou” um pouco mais de risco para conseguir quase 100% mais rentabilidade;

– Com a diversificação entre carteiras, todos os resultados tiveram pelo menos o dobro do resultado do IBOV e no máximo metade do risco apresentado pelo índice.

E é isso o que acontece quando você diversifica sua carteira de ações com papéis de diferentes características: você sempre vai conseguir um maior equilíbrio entre rentabilidade e risco.

Quando o mercado cair, a tendência é que as carteiras conservadoras sofram menos impacto, segurando essa queda; quando o mercado sobe, as carteiras mais arrojadas tendem a se valorizar mais, aumentando os resultados dos investimentos como um todo.

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Começar os investimentos na bolsa de valores com uma carteira BLUE CHIPS é uma excelente forma de se adaptar ao ambiente do mercado de ações.

Por ter ações com menor volatilidade, uma carteira BLUE CHIPS vai te dar tempo para entender melhor como as coisas funcionam na bolsa, servindo de base para que você comece a diversificar mais quando se sentir mais confiante.

A Big Rocks é a melhor carteira BLUE CHIPS que você vai encontrar por aí. Dê só uma olhadinha neste gráfico que mostra os seus resultados desde o início de 2018 até o segundo semestre de 2020: 

Carteiras de ações BLUES CHIPS são excelentes para começar a diversificar carteiras de ações

Mesmo enfrentando momentos extremamente adversos da bolsa, como a crise do coronavírus, quando o IBOV caiu -29,90%, a carteira acumulou mais de 140% de rentabilidade no período.

Veja o poder da Big Rocks:

– São mais de 140% de rentabilidade desde jan/18

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